A história de hoje é um ponto forte do Carlinho: uma das histórias mais frequentes no seu repertorio! Inspirada em um dos Mantra da Gestão da Excelência, explica quanto as comunicações formais podem ajudar o entendimento entre as pessoas e a clareza das informações.
Escrever de forma certa pedidos, necessidades, ações a serem feitas, definindo prazos e responsáveis, acompanhando o desenvolvimento das atividades, ajuda a controlar o processo de comunicação. A percentagem de mal entendimentos, de esquecer compromissos e objetivos, diminui muito, ajudando o fluir dos processos.
Vamos ver um exemplo de como a comunicação escrita pode tornar-se estratégica para a organização de uma empresa.
DE BOCA, SÓ BEIJO
“A Gestora de Qualidade de uma empresa, entregou para o dono da mesma empresa um CI, ou seja, uma comunicação escrita, controlada e acompanhada. A Coordenadora precisava da ajuda do dono para resolver um determinado problema e queria seguir o andamento da resolução do problema. O dono da empresa ficou indignado acusando a menina de querer mudar “com frescuras e papeizinhos” um processo que permitia a empresa existir há mais de 50 anos. A Coordenadora acabou se ofendendo e chorando pelo mal tratamento do chefe, mas não perdeu o habito e continuo aplicando a pratica de gestão em todas as suas atividades. Depois de 2 anos de uso da pratica dentro da empresa, a Coordenadora pediu uma informação para o mesmo chefe e ele respondeu “Cadê o papelzinho? Porque que tu não escreveu para mim?”. Essa foi a maior evidencia da evolução da empresa e da mudança cultural.”

